(GANHEI UM AMIGO)
Apesar de o conto a seguir parecer inacreditável,
eu garanto que tudo que você vai ler aqui é
100% real. Antes de começar a ler, deixe de lado
seus preconceitos e permita-se conhecer o meu mundo. Eu sou a Lua, sou poetisa
gótica
e escritora amadora, alguns devem me conhecer pelo meu telegram: http://t.me/lua_aberto, e o relato a seguir
aconteceu quando eu tinha meus 1? anos.
Tudo aconteceu logo depois que perdi a virgindade. Não
escondi nada da minha mãe. Contei a ela que havia deixado de ser virgem. Apesar
de ela se assustar logo de cara, foi super legal comigo. Quis saber quem era o
menino, como foi, se tinha sido tranquilo, sem dor, essas coisas de mãe. Eu disse
que sim, que havia sido tranquilo, mas claro que eu não contei a ela que já me
masturbava e me penetrava com o cabo da escova de cabelo desde o 1? anos
de idade (inclusive anal).
Depois de saber da minha primeira experiencia sexual, minha
mãe resolveu que queria que eu fosse a um ginecologista. Ela queria saber que
estava tudo bem comigo e queria que eu conversasse com o médico a respeito de
cuidados com meu corpo e tudo mais. Eu não queria, tinha vergonha, mas ele foi taxativa,
dizendo que não era uma opção, que ela queria que eu fosse de qualquer forma.
Ela disse que iria marcar pra mim uma consulta a ginecologista dela. Me neguei
fortemente. Não queria ir na mesma médica que ela. Disse que queria que fosse alguém
com quem ela conversasse, porque eu tinha vergonha.
Claro que isso não era verdade. Na verdade, o que eu não
queria era ficar nua na frente de outra mulher. Me sentiria muito mau com isso.
Nunca gostei dessa situação, nem mesmo perto de amigas. Ela disse que tudo bem,
que não precisava ser com a médica dela, mas iria mercar com outra pessoa ainda
naquela semana. Eu aceitei, mas torci pra não ser com uma medica mulher, senão
teria que arrumar outra desculpa. Foi então que no dia seguinte ela veio me
falar que havia marcado com um médico em uma clinica não muito longe da nossa
casa. Foi um alívio saber que não seria uma mulher.
Na tarde daquele dia, fomos ao médico. Era um médico
especializado em ginecologia Infanto puberal, que são médicos que tratam de
adolescente. Depois de alguns minutos na sala de espera, chegou minha vez de
ser chamada. Minha mãe entrou comigo e logo conhecemos o doutor, que foi super
gentil comigo. Minha mãe disse que queria um exame check-up geral pra mim, e
explicou para o médico que eu havia acabado de perder a virgindade. Ele
perguntou minha idade, eu respondi, ele disse que apesar de jovem, não era nada
anormal perder a virgindade naquela idade. Depois de uma longa conversa comigo
e com a minha mãe, ele disse que iria fazer alguns exames. Comecei a olhar pra
ele mais nervosa, e olhava pra minha mãe. Ele perguntou se eu tinha vergonha,
respondi que um pouco, mas que tinha mais vergonha de fazer os exames com a
minha mãe ali na sala. Minha mãe disse que sairia e iria me esperar na sala de
espera da clínica. Foi então que finalmente fiquei sozinha com o doutor.
De cara, ele quis saber de mim coisas que talvez eu tivesse
omitido por estar perto da minha mãe. Perguntou quantas relações eu já tinha
tido e com quantos parceiros. Expliquei que essa parte era verdade, que só
havia feito uma vez, e com um só parceiro. Ele me perguntou se havia doido,
machucado, se foi desconfortável, e eu disse que não tive dor nenhuma. Ele deve
ter entendido na hora, que se não doeu, é porque eu já não devia ter mais o meu
hímen. Ele perguntou e eu confirmei que já me masturbava e que não tinha meu hímen.
Eu mesma havia rompido anos atrás com uma escova de cabelo. Ele então me
explicou sobre cuidados que deveria ter, pois a escova poderia me machucar,
ainda mais quando soube que era uma escova de cabo de madeira, pois as fibras
da madeira, podem machucar seriamente.
Fomos então para o exame. Ele me disse pra ir atrás de um biombo
que tinha ali, e que podia tirar a roupa lá. Perguntei se tinha que tirar tudo,
ele disse que iria fazer um check-up geral comigo, então era melhor tirar tudo,
mas que podia ser aos poucos caso estivesse com vergonha. Eu estava um pouco tímida
sim, porque apesar de tudo, nunca tinha tirado a roupa n frente de homem mais
velho, mas tirei a roupa toda e voltei usando somente um chinelo nos pés.
O Doutor me pegou pela mão e me ajudou a subir na mesa. Ele
me disse pra ficar sentada e começou a auscultar meus batimentos com o
estetoscópio, e vendo que estava muito agitado, me disse pra me acalmar, que
era normal ficar nervosa na primeira vez, mas que era de boa. Ele então começou
a apalpar meus seios, sempre me ensinando como fazer o autoexame, pra que eu
pudesse sempre repetir em casa, no banho, em busca de nódulos. Ele rodeou meus
seios apalpando ao redor e depois foi para o mamilo e o bico, sempre me
mostrando o que eu deveria procurar quando estivesse fazendo sozinha.
Depois disso disse pra eu me deitar. Já deitada, ele
examinou novamente meus seios, e depois desceu para o abdômen, onde pressionava
com força pra sentir algo nos meus ovários. Até aí, tudo tranquilo. Foi então
que ele chegou na minha pepekinha. Fez alguns movimentos leves com os dedos em
cima dela, pelo lado de fora, ainda com as minhas pernas fechadas. Eu sentia um
misto de vergonha e tesão. Era diferente. Ele então segurou um dos meus joelhos
e forçou levemente pra fora, em instintivamente abri minhas pernas. Ele então
disse pra manter a perna fechada. Que era pra dobrar somente uma perna, e depois
a outra, separadamente. Fiquei com vergonha de ter aberto as pernas. O que ele
devia estar pensando de mim? Ele pareceu não demonstrar nenhum espanto,
então votei a relaxar. Foi aí que ele me pediu pra deslizar meu corpo até o
final da cama, ficando bem na beiradinha, e puxou das laterais da mesa, duas hastes
de metal com suportes, que eu já entendi que eram pra apoiar meus calcanhares. As
hastes estavam bem distantes uma da outra, o que deixou minhas pernas bastante
abertas. Eu nunca havia ficado tão exposta assim. Ele puxou uma banqueta, a posicionou
no meio das minhas pernas e se sentou, e logo começou
a elevar a cama até minha pepeka ficar na altura do rosto dele. Naquela hora,
minha veia exibicionista já começava a falar mais alto, e eu estava gostando da
exibição.
Ele colocou luvas de borracha, passou um gel lubrificante
e logo começou a penetrar minha pepekinha com seu dedo
médio, bem devagar, como se estivesse testando até onde chegava. Pra zero
surpresa minha (e acho que dele também), entrou até o final. Ele fez alguns
movimentos circulares e me perguntou se estava tudo bem, se sentia alguns incomodo,
e eu disse que não, que estava tranquila. Ele então se voltou para uma mesinha
com alguns instrumentos, alguns de metal, outros plásticos, e pegou uma espátula
de plástico,
com a qual me penetrou novamente. Logo depois, veio a segundo espátula,
e com as duas já posicionadas, puxou uma pra cada lado, abrindo um pouco minha
vulva para examina-la detalhadamente.
Depois ele tirou as espátulas e abriu levemente minha pepeka
com seus dedos, esfregando o dedo pelas paredes laterais. Era impossível
pra mim não sentir tesão, mas eu me controlava. Por ultimo ele abriu mais acima,
expondo meu clitóris, e tocou, passando o dedo ao redor. Tive imediatamente um
espasmo de tesão e fechei um pouco as pernas. Ele me disse pra me calmar, pois
era normal me sentir assim. Que significava que estava tudo bem comigo. Naquele
momento eu não sabia mais se o que escorria era o gel lubrificante, ou se era o
meu melzinho mesmo.
Foi então que ele desceu seu dedo até meu cuzinho, e
disse que havia um “arranhadinho”
nele. Me perguntou se eu havia tido também relação
anal, e eu disse que não. Ele me disse que o arranhão poderia ser algo que eu
tentei usar ali. Confiei nele e contei que me masturbava ali também com a minha
escova de cabelos. Foi então que ele disse que era
isso que havia causado o arranhão. Que eu jamais deveria usar cabo de madeira
ali. Ele então disse que iria aplicar uma pomada pra sarar o arranhãozinho, e
que me daria uma amostra pra continuar aplicando por uma semana.
Ela então tirou meus pés dos suportes e me pediu pra me
virar pra ele aplicar a pomada. Me virei e fiquei de quatro pra ele. Ele deu
uma risadinha discreta de canto, mas eu percebi, então ele me disse que podia
me deitar. Meu Deus, errei de novo? O que ele devia estar pensando de mim?
Baixei meu corpo e fiquei deitadinha de bumbum pra
cima. Comigo deitada ali, ele tirou de um armário, três hastes plásticas
de ponta roliça, de três grossuras diferentes. Perguntou qual mais parecia a grossura
da minha escova. Eu indiquei a mais grossa. Ele me disse que era um segredo
nosso, que era pra eu guardar na minha bolsa pra minha mãe não ver, e que era
pra usar aquilo pra me masturbar ao invés do cabo da escova. Ele me deu também uma
amostra do gel lubrificante pra usar com ele. Depois ele pegou a pomada, veio
até mim, abriu meu bumbum, e aplicou ao redor do meu anus, fazendo movimentos
circulares. Depois ele me limpou todinha pra tirar o gel de todos os meus
buraquinhos e disse que eu podia me vestir. Me vesti, guardei meu novo
brinquedo. Conversamos mais um pouco sobre prevenções e cuidados na hora do
sexo, e então ele foi chamar minha mãe. Conversamos mais um pouco e ele disse
que estava tudo bem comigo e que ela não precisava se preocupar.
Depois disso, me tornei paciente fixa dele. Hoje tenho
22 anos, e vou lá a cada seis meses pra fazer um check-up, e ele sempre me dá ótimas
dicas. Ele é a única pessoa que REALMENTE sabe tudo que acontece comigo e tudo
que eu faço. Se tornou um amigo que sempre me ajudou muito, principalmente depois
do meu segundo ano de faculdade de medicina, quando descobri que ele seria meu
professor.
