REVEILLON 2018
Apesar de o conto a seguir parecer inacreditável, eu garanto que tudo que você vai ler aqui é 100% real. Antes de começar a ler, deixe de lado seus preconceitos e permita-se conhecer o meu mundo. Eu sou a Lua, sou poetisa gótica e escritora amadora, alguns devem me conhecer pelo meu telegram: http://t.me/luacheiadeamor. O texto a seguir é uma história real e aconteceu no réveillon da virada de 2017 para 2018, quando eu tinha 14 anos.
Naquele ano, meus pais me
deixaram passar o réveillon entre amigos, na casa da minha amiga Marcela. Seria
uma festa somente para o pessoal mais jovem. Combinei de ajudar na organização,
então escolhi minha roupa, coloquei em uma mochila e levei pra me trocar lá na
casa dela, na hora da festa. Minha mãe me ajudou a escolher meu vestido de
festa, lindo, branco, elegante, mas escondido dela, escolhi outro look e levei
na mochila escondido da minha mãe. Meus pais não sabiam, mas os pais da Marcela
também não estariam lá. Seriam só os nossos convidados.
Arrumamos tudo, deixamos a festa
pronta e fomos tomar banho pra nos trocar. Depois do banho fui me vestir. Levei
uma mini saia de lycra branca bem curtinha, um top de alcinha também branco e
uma sandália de salto alto. Pra fechar o look, brincos, colar e até as unhas
prateadas e pra fechar com chave de ouro, passei um perfume que eu havia levado.
Um Black Opium de Yves Saint Laurent, super sensual. Eu estava muito sensual no
alto dos meus 14 anos. Minha mãe certamente não aprovaria, porém, olhando no
espelho, não gostei de alguns detalhes. A roupa muito justa marcava demais
minha lingerie. Foi aí que veia a ideia da doidinha da Marcela, que disse pra tirar
a lingerie e ficar sem nada por baixo, pra não marcar. Decidi testar, e ficou
muito bom. Decidi usar minha micro saia e top sem nada por baixo.
Aos poucos as pessoas foram
chegando, e fomos nos animando. Eu não tomo álcool, mas alguns meninos levaram
bebidas pra eles. Nossa trilha sonora, obviamente, era rock n’ roll e heavy
metal. Curtimos muitos e aos poucos começamos a suar. Naquele dia estava muito
calor, e de noite não foi muito diferente. Tanto que com o calor e leve suor,
minha blusinha colava meus seios e marcava bastante os mamilos. Os meninos
pareciam gostar, pois eu percebia vários olhares. Continuava a dançar em grupo sem
muita agitação, e curtir as músicas, suando mais e vendo minha roupa marcar
mais e mais.
Havia um menino, amigo do
namorado da Marcela, que não tirava os olhos de mim. Ele já tinha uns 20 anos,
e eu sempre tive atração por meninos mais velhos, embora fosse virgem naquela
época. Quando começou a tocar uma baladinha hard rock anos 80, aquele garoto
veio até mim e me pediu pra dançar com ele. Nos abraçamos e dançamos enquanto
conversávamos. Ele perguntou minha idade e se surpreendeu, porque achava que
era da idade da Marcela, que na verdade tinha três anos a mais que eu. Ele segurou
minha cintura, me olhou de cima a baixo e disse não acreditar que era tão
novinha. Eu somente ria enquanto adorava ouvir aquilo.
O tempo passou e deu meia noite. Hora
dos fogos. A casa da Marcela fica próxima a um tradicional hotel que todo ano
fazia uma grande queima de fogos no réveillon, e de lá podíamos ver boa parte.
Foi então que o garoto que dançava comigo segurou minha mão, e durante os fogos
disse que queria um beijo pra dar sorte. Nós nos beijamos ali mesmo. Ele então
me pediu pra com ele até a outra esquina, onde dava pra ver melhor os fogos, e
eu aceitei.
Chegamos na esquina e ele
continuou andando e me levando pela mão. Andamos três quarteirões até chegarmos
em uma praça que fica em gente a um colégio. Nos sentamos e voltamos a nos
beijar. Ele não perdeu nem um segundo, e começou a apalpar meus seios por cima
do top. O beijo foi ficando mais quente, e a mão dele começou a passear pelo
meu corpo. Eu estava adorando. Ele então puxou as alças do meu top pra baixo e
desceu até a minha cintura, deixando meus seios à mostra e começou a chupar com
muita gula. O lugar estava bem vazio, mas as vezes passada um outro carro pela
praça e podia nos ver.
Foi então que o garoto me disse
pra irmos pra outro lugar. Eu aceitei. Ele me pegou pela mão de novo e
caminhamos na direção do colégio, entrado em uma rua que levava pra trás do
colégio. Nesse trajeto em nem mesmo me importei em puxar meu top. Caminhei com
ele até lá com os seios expostos, sem me preocupar com nada. Ele ficou doido,
disse que nunca tinha visto alguém tão safadinha.
Entramos na rua escura atrás do
colégio e ele me encostou na parede, me beijou e chupou meus peitos outra vez. Ele
então pegou na minha saia e começou a levantar. Eu disse não. disse que era
virgem. Ele ficou mais doido ainda. Ele então disse que se eu não quisesse, não
rolaria sexo, pois não seria legal perder a virgindade na rua, mas ele insistiu
e me pediu pra deixar levantar minha sainha. Me neguei novamente. Disse que
estava sem calcinha. Ele disse que já sabia disso, porque não sentiu minha calcinha
quando passou a mão em mim na praça. Ele me pediu pra deixar tirar minha roupa
e me fazer gozar, e prometeu que eu não perderia minha virgindade se não quisesse.
Eu aceitei. Também estava com muito tesão.
De um só golpe, ele desceu meu
top que estava na cintura e minha mini saia, deixando cair ao chão. Então tirou
a camisa e nos beijamos de novo. Ele então se abaixou e começou a beijar,
lamber e chupar minha bucetinha, depois me colocou de costas pra ele com as
mãos na parede, e fez o mesmo com o meu cuzinho. Depois e baixou as calças e começou
a esfregar o pau na minha bundo. Pedi pra parar, mas ele disse pra confiar que
não iria me penetrar, e então esfregou o pau bem duro no meio da minha bunda,
até que logo, disse que iria gozar.
Ele abriu minha bunda, encostou a
cabeça do pau na entrada do meu cu e gozou ali. Ele então perguntou se podia me
fazer gozar também, e eu aceitei. Ele então segurou uma de minhas pernas para o
alto, e com a outra mão começou a esfregar bem rápido meu clitóris. Gozei e gritei
alto. Foi muito gostoso. Ficamos quase uma hora juntos ali. Quando voltamos pra
festa, todo mundo podia imaginar que algo havia rolado.
Nos próximos dias ele me ligou a mandou mensagem várias vezes, mas eu nunca mais me encontrei com ele porque sabia que não estava pronta pra deixar de ser virgem, e se ficasse ele outra vez, certamente isso iria acontecer.
